Sabe aquele texto que você lê e sente logo uma baita inveja, imaginando "por que não fui eu quem escreveu essa obra de arte? É disso que se trata Cem Anos de Solidão: uma obra de arte. E digo isso passados mais de 20 anos da minha primeira tentativa de ler essa maravilha.
Emocionante, divertido, amargo, cruel. Gabriel Garcia Marques é tudo o que se quer ler de um mestre. Talvez se exija um paladar mais refinado, como quando se misturam sabores na gastronomia, unindo o doce e o salgado, uma experiência de aromas e fragrâncias, ora amadeirado, ora adocicado, mas escorregando feito mel pela garganta.
Valeu a espera. Acho que estive me preparando por 20 anos para me apaixonar pelos 100 anos dos Arcádios e dos Aurelianos, que deixam na gente aquela vontade de mergulhar na história e conhecer, de verdade, Macondo, Ursula e Melquíades!
Cem anos de solidão está na minha lista dos melhores livros de todos os tempos!
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